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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nota de Pesar


A Escola Adauto Bezerra comunica com grande pesar o falecimento do aluno Rafael Douglas Moura, 16anos, matriculado no 2°CM, na noite desta terça-feira (11), na Praia de Iracema. Colegas, Professores, Funcionários e Direção se solidarizam com a família!
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sábado, 21 de janeiro de 2012

CONVITE MISSA

Ocorrerá hoje, sábado às 17h na Catedral Metropolitana de Fortaleza a missa de 7º dia em sufrágio da alma e espírito do Professor Eudes Farias. Independente do credo que professas, o importante é enaltecer o trabalho e a dignidade do professor que prestou grandes serviços a Educação e a Sociedade.

Escola Adauto Bezerra.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

NOTA DE PESAR

NOTA DE PESAR   


Homem, pai, músico, maestro, professor. O Ceará, a Educação e a Arte ficam mais pobres com a repentina ausência do mestre Eudes Farias. Seu falecimento ocorrido no dia 16 de janeiro de 2012, muito nos entristece. Nós da Escola Adauto Bezerra lamentamos esta grande perda. Paz para ele e sua família.  
Em respeito a sua memória a instituição suspendeu as atividades nos turnos da tarde e da noite, hoje dia 16. O sepultamento do professor ocorrerá na tarde do dia 17 de janeiro no município de Pacatuba. 

Eternas lembranças e saudade.
Escola Estadual Adauto Bezerra.
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Visão e Força

Estamos sempre diante de dois caminhos. E qual deve ser seguido é uma decisão pessoal. Orgânica ou influenciada. Légítma ou mentirosa. Falsa ou verdadeira. Fácil ou difícil. Quem fica em cima do muro pode até achar que tem visão privilegiada, mas na verdade esta solto, bambo e não tem como ficar lá para sempre. Uma hora ou outra terás que descer. O mais provável e que é que caia.  
Neste mês de julho, onde estamos em "férias" podemos fazer muitas coisas. Dormir até "dá uma dor", ou levantar cedo, caminhar ou pedalar com os amigos. Assistir um bom filme ou ficar na net vendo os mesmos "siteszihos"de sempre. Visitar amigos de infância e familiares ou ficar na mesmo roda onde as conversas são sempre as mesmas. Passar a manhã num parque arborizado, visitar um museu, uma exposição de arte ou histórica ou repetir os "passeioszinhos" nos shoopings homogêneos.
Divido agora com vocês um video que garimpei no cyberespaço. Nem sempre a internet é infernet.
Henrique Gomes de Lima.
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domingo, 1 de maio de 2011

Reflexões sobre nossa última enquete

Nossas opiniões pessoais são indicativos muito importantes para traçarmos um perfil coletivo da sociedade. E são as crenças e atitudes dos indivíduos que orientam e direcionam as relações sociais. Nosso site sempre traz enquetes sobre algum fato, evento ou situação ligado a escola ou ao cotidiano coletivo. Foi assim, que logo após  o massacre ediondo ocorrido na escola do Rio de Janeiro, perguntamos que ações a escola poderia desenvolver para evitar ações violentas. O resultado foi o seguinte: 15% dos votantes acham que a escola deveria colocar detectores de metais na entrada e ainda revistar as pessoas; 26% defende a ideia de expulsar os indivíduos e  57% acredita que a escola deve investir incansavelmente na conscientização e na criação de espaços de diálogo.
Ficamos satisfeitos por a grande maioria ainda acreditar que a  principal missão da escola é educar para a vida em sociedade. A escola não é um presídio, não é um cárcere e os educadores não são vigias ou carcereiros.  
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domingo, 10 de abril de 2011

A BARBÁRIE

A sociedade está doente. É uma doença que acomete a alma, o espírito. O acontecimento no Rio de Janeiro é mais um dos avisos que recebemos para refletir e agir positivamente na busca de uma cultura de paz e não-violência.
Publicamos abaixo trechos de reportagens do jornal O POVO e Diário do Nordeste, que tratam de como algumas unidades de ensino em Fortaleza abordaram o tema. 
Na nossa escola alguns educadores também deram sua opinião. Confira.
Quando a professora de Português Helena Matos decidiu falar em sala de aula sobre a tragédia que vitimou alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, não imaginava a reação dos alunos. “Eles tinham todas as informações. Procuraram na Internet, acompanharam as notícias nos jornais, tinham informações que eu não tinha”, afirmou, descrevendo a comoção da turma no Colégio Renato Braga, na Aldeota.
Segundo ela, os próprios alunos mostraram-se conscientes da importância da tolerância e do respeito pela própria vida e pela do outro. “Eles sabem que foi um caso isolado, mas disseram que a escola poderia ser mais protegida”, cita. O ataque repercutiu em escolas de Fortaleza, gerando espanto, comoção e inquietação nos estudantes.
Nos corredores da Escola Estadual Justiniano de Serpa, no Centro, a tragédia foi tema de vários comentários. “Alguns alunos citaram o bullying. Eles acham que deve ter acontecido alguma coisa (com o atirador) antes de se formar todo aquele ódio que resultou na tragédia”, diz a coordenadora de área Ana Paula Menezes. De acordo com ela, em nenhum momento, os alunos fizeram alarde. Houve, sim, uma comoção, uma tristeza.

Alguns professores da Escola Estadual Adauto Bezerra, no Bairro de Fátima, iniciaram a aula com um momento de reflexão. “Os alunos perguntavam as razões que levam nossa sociedade a estar doente”, aponta o professor de Geografia, Henrique Gomes, que pretende discutir o zelo pela vida em grupos de estudo. No dia do ataque, ele chegou a receber telefonema de um aluno à noite, que havia ficado muito comovido com as notícias. Na opinião dele, esta é uma reflexão muito contemporânea e, por isso, é importante promover um debate para criar espaços de socialização e estreitar as relações entre as pessoas, entre família e escola e entre família e Igreja, por exemplo.
“Isso aconteceu na escola, mas poderia ter acontecido em qualquer lugar. Não podemos sectarizar. O problema é social, não é só da escola pública”, adverte.

Sem fugir da conversa
Na escola particular Dáulia Bringel, na Cidade dos Funcionários, o dia se iniciou de um jeito atípico. “Parte dos alunos está fazendo prova, não interagimos muito. Mas nós (coordenadores) passamos por todas as salas e nos mostramos sensíveis ao que aconteceu”, disse o coordenador Evandro Meneses. Ele conta que alguns pais chegaram a ligar para a escola, questionando se seria possível acontecer numa escola particular.
“Não podemos pensar numa instituição educacional com detectores de metais. Enquanto escola, estamos lutando para educar, para mudar (o problema da violência). Essa não é a sociedade que queremos”, disse. Mas ele considera que as escolas devem fazer o controle dos visitantes e observar potencialidades negativas na segurança para corrigir.
Como


Há 13 anos, o professor Paulo Santos leciona na Escola Adauto Bezerra. Ele garante que a segurança dentro do prédio é boa. Porém, faz uma ressalva: "quando a gente ultrapassa o portão, o perigo é iminente. Na semana passada, um aluno nosso foi assaltado e lhe levaram o celular. É preciso que a vigilância aconteça também nas imediações dos colégios".
É Deveras lamentável o que aconteceu no Rio de Janeiro. O ser humano definitivamente banalizou a vida". Paulo Santos, Professor, 59 ANOS.

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